quarta-feira, 11 de maio de 2011
segunda-feira, 9 de maio de 2011
DOS TABARÉUS AOS MENINOS QUE NÃO QUERIAM SER PADRES
Dos tabaréus aos meninos que não queriam ser padres
(matéria publicada no Blog de Cláudio Nunes, WWW.infonet.com.br, em 09/05/2011)
Dos tabaréus aos meninos que não queriam ser padres I
Antônio Francisco de Jesus, ou simplesmente, Antônio Saracura, há pouco tempo brindou os sergipanos com o livro “Os tabaréus do Sitio Saracura”, onde contou histórias de Itabaiana.
Antônio Francisco de Jesus, ou simplesmente, Antônio Saracura, há pouco tempo brindou os sergipanos com o livro “Os tabaréus do Sitio Saracura”, onde contou histórias de Itabaiana.
Dos tabaréus aos meninos que não queriam ser padres II
E quando se pensava que ele tinha esgotado todas suas histórias de vida ele retorna, com mais força, mostrando que é uma revelação da literatura sergipana, com o livro “Meninos que não queriam ser Padres”. Mais uma vez conta sua história de vida, no romance onde mistura nomes fictícios com nomes verdadeiros e fatos quase todos reais com algumas fantasias da juventude.
E quando se pensava que ele tinha esgotado todas suas histórias de vida ele retorna, com mais força, mostrando que é uma revelação da literatura sergipana, com o livro “Meninos que não queriam ser Padres”. Mais uma vez conta sua história de vida, no romance onde mistura nomes fictícios com nomes verdadeiros e fatos quase todos reais com algumas fantasias da juventude.
Dos tabaréus aos meninos que não queriam ser padres III
No livro ele conta parte de sua trajetória de vida, quando chegou a Aracaju e fez o exame de admissão para ingressar no Seminário Arquidiocesano. Mais uma vez Saracura mostra todo sua veia literária com um jeito próprio de escrever suas peripécias e de vários colegas seminaristas. E por elas passam Zé Bigodinho, Zé Gordinho, Guiné, Isis, Isaac, Antonio Rolinha e tantos personagens reais e fictícios de um romance sensacional.
No livro ele conta parte de sua trajetória de vida, quando chegou a Aracaju e fez o exame de admissão para ingressar no Seminário Arquidiocesano. Mais uma vez Saracura mostra todo sua veia literária com um jeito próprio de escrever suas peripécias e de vários colegas seminaristas. E por elas passam Zé Bigodinho, Zé Gordinho, Guiné, Isis, Isaac, Antonio Rolinha e tantos personagens reais e fictícios de um romance sensacional.
Dos tabaréus aos meninos que não queriam ser padres IV
Uma coisa é certa: mais uma vez Antônio Saracura publica com seu relatos mais um importante documento para a história de Sergipe. De um período que passou no Seminário Arquidiocesano ao lado de vários outros colegas e professores que fizeram (e fazem) parte da história da construção do Sergipe que vivemos atualmente.
Uma coisa é certa: mais uma vez Antônio Saracura publica com seu relatos mais um importante documento para a história de Sergipe. De um período que passou no Seminário Arquidiocesano ao lado de vários outros colegas e professores que fizeram (e fazem) parte da história da construção do Sergipe que vivemos atualmente.
Lançamento
No próximo dia 02 de junho, no Sesc da rua Dom José Thomas, a partir das 19h, Antônio Saracura vai lançar o livro “Meninos que não queriam ser Padres”. Quem tiver o prazer de ler o livro vai comprovar tudo o que o titular deste espaço escreveu.
No próximo dia 02 de junho, no Sesc da rua Dom José Thomas, a partir das 19h, Antônio Saracura vai lançar o livro “Meninos que não queriam ser Padres”. Quem tiver o prazer de ler o livro vai comprovar tudo o que o titular deste espaço escreveu.
sábado, 7 de maio de 2011
Carta Aberta ao autor de "Meninos que não queriam ser Padres"
Querido amigo Antônio Francisco de Jesus,
A literatura nos permite colecionar amigos no coração, mesmo sem conhecê-los ou ter com eles convívio.
Estes amigos nos tomam as mãos e nos levam ao imaginário. De mãos dadas permitem-nos percorrer seu encantador passado e invadir, com espanto e êxtase, o seu íntimo sadio e puro. Refiro-me aos seus livros “Os Tabaréus do Sítio Saracura” e “Meninos que não queriam ser Padres”.
Monteiro Lobado com seu “Sítio do Pica-pau Amarelo”, lançou sua âncora amorosa e renovadora no Brasil e no Mundo. Abriu a imaginação para busca e exaltação do belo e, na sua riqueza de personalidades e temas nos permitiu, como você nos permite, integrar os nossos passados, viver com alegria ou emoção os nossos momentos, abraçar com ternura os nossos idos familiares ou amigos.
Você chegou de mala de cuia e tomou conta do “pedaço”. Nós o seguimos Saracura, com ansiedade e curiosidade pelos momentos de calma e bom humor que nos proporciona e pelas andanças nos caminhos de nossa memória.
Esperando que esta cara seja fiel aos meus sentimentos de carinho e admiração, envio-lhe meu abraço amigo.
Christina Cabral. Aracaju, 02/05/2011”
***
Antônio Francisco de Jesus (Antônio Saracura), 65, jovem escritor sergipano, publicou “Os Tabaréus do Sítio Saracura” (2008,2010) e “Meninos que não queriam ser Padres” (2011) e tem no prelo, “Minha Querida Aracaju Aflita” (Crônicas, prêmio Mário Cabral, da Secult 2010);
Christina Cabral é escritora, colaborou por seis anos para o Diário do Nordeste de Fortaleza, com Crônicas e histórias infantis. Fundou e presidiu a UBE-CE (União Brasileira de Escritores do Ceará). Em São Paulo (São Vicente) para onde se mudou, foi diretora do Instituto Histórico e Geográfico, quando criou o grupo literário COLMEIA LITERÁRIA. Publicou artigos no jornal do mesmo nome, que era distribuído gratuitamente para escolas e entidades literárias. Foi premiada pela UBE-RJ como reveladora de novos talentos, e recebeu o prêmio na Academia Brasileira de Letras. Faz parte da Academia Portuguesa de Letras de novos autores, cadeira número 4, cujo patrono é Abílio Diniz. Atualmente é a patronesse da Colmeia Literária, em Aracaju, onde reside.
***
domingo, 1 de maio de 2011
Quem é o tabaréu “que não queria ser padre?”
(Matéria ainda não publicada)
O “Jornal da Tarde”- sempre chegando mais cedo - revela um pouco do escritor sergipano, de Itabaiana, Antônio Francisco de Jesus (Antônio Saracura) que, depois do sucesso de “Os Tabaréus do Sítio Saracura” aparece agora com “Meninos que não queriam ser Padres”, cujo lançamento está programado para o dia 2/6/2011 no SESC centro, na rua dom José Thomaz, a partir das 19:00 horas. Mas o livro já está na Escariz dos shoppings da cidade.
Quem já leu o novo livro de Saracura diz que é tão bom (senão melhor!) quanto o primeiro.
Vamos à entrevista, dada ao repórter Jorge Henrique, no pátio da rádio Aperipê, no último dia 20/04/2011.
Repórter – De que tratam seus livros?
Saracura - De Itabaiana, de Sergipe: seu povo, seus costumes, suas crenças, sua alma.
Repórter – Por que só agora, depois de 65 anos de idade, é que você publicou o primeiro livro. Estava hibernando, era?
Saracura – De uma hora para outra, comecei a ficar assustado com a broquice iminente e a morte próxima. E minha fonte de pesquisa, Florita, minha mãe, está com mais de noventa anos e corre sérios riscos de nos deixar. Tinha que publicar agora ou nunca mais.
Repórter - E Sobre a hibernação? Você pulou!
Saracura – Aos cinco anos de idade - ou menos - meu avô Totonho Bernardino, me enfeitiçou com os livros (cordéis). Depois, no seminário, escrevi feito um doido (tenho cadernos cheios de versos, contos, “ensaios”...). Quase viro jornalista profissional aos 20 anos, cheguei a ser Redator-chefe de “A Cruzada”. Mesmo como Analista de Sistemas (minha profissão) sempre tive um romance ao lado de um manual técnico ou de um “list assembler”. Durante a minha vida, a cada dia, escrevi meus dramas, meus júbilos, em cadernos de capa dura, que guardo com desvelo. Em vez de hibernar, estive me condicionando para realizar meu sonho de estudante: contar em livros as estórias que vivi (ou penso que vivi).
Repórter – Quem financia a publicação de seus livros?
Saracura – Como não consegui nenhum mecenas, estou exaurindo a pequena poupança que fiz na vida espartana que levei. Deu para os dois que saíram. Como meus filhos já saíram da escola, minha despesa mensal caiu um pouco e, assim, talvez ainda consiga publicar um terceiro livro.
Repórter - E esse terceiro livro, vai ser sobre o quê?
Saracura – O mesmo tema: Sergipe e Itabaiana ou vice-versa, que é, na verdade, o mundo todo espelhado aqui. Conterá histórias pequenas, acompanhando o povo na sua lida do dia a dia.
Repórter - Por que você não falou ainda de seu livro de crônicas, premiado pela Secretaria de Cultura (Prêmio Mário Cabral)?
Saracura – “Minha querida Aracaju Aflita” (é o nome desse livro) está me deixando aflito. O concurso foi no início de 2010. O prêmio seria a publicação pela SEGRASE (sem eu gastar um tostão), mas até agora os livros dos premiados “hibernam”. E o inverno pode até não acabar mais, parodiando uma imagem que me ficou de “Cem Anos de Solidão” (Gabriel Garcia Marquez)! Esse negócio de concurso é coisa para garoto. Para um escritor de 65 anos, é um flagelo. Posso até morrer sem ver minhas crônicas (que as adoro) sendo lidas pelo povo.
Repórter - Fale sobre “Meninos que Queriam ser Padres?
Saracura - Um texto simples, engraçado, trágico, às vezes até épico. Escrito sem gastar cultura à toa, sem enrolação, sem empolação, sem esnobação. Fala de conflitos sociais, de estudantes de Aracaju, de Itabaiana, de tiros de sal, de praias mortas, de festas populares e muito mais. Um romance azougado, penso que é. Você tem que conferir.
Repórter - E quem é essa saracura, que te segue o tempo todo?
Saracura – Talvez seja uma das últimas saracuras de nossos brejos, chamando seus descendentes índios, que se perderam na mixagem do Brasil colorido. As lagoas da Terra Vermelha (e do país inteiro) viraram açudes e os ninhos das saracuras, frigideiras. No dia em que eu for abatido também, espero deixar para os órfãos, pelo menos a voz indelével de uma saracura desgarrada, tentando consolá-los.
Repórter – Que coisa mais complicada! Vamos encerrar por aqui, que o espaço que tenho é pequeno.
Saracura – Bote mais, pelo menos, “três potes e um coco”.
Repórter - Nem mais um coco! Nem pense em colocar o acento!
Saracura – Mas não se esqueçam de ir ao lançamento do meu livro. Repetindo! É no SESC Centro, na Rua Dom José Thomaz, no dia 02/06/2011, a partir das 19:00 horas. Anotem na agenda! Conto com todos!
segunda-feira, 25 de abril de 2011
Meninos que não queriam ser padres - Artigo de jornal
Publicado no Jornal da Cidade em 20/04/2011
Texto: Clarêncio Martins Fontes (JORNALISTA)
Fala-me “Saracura”, confidente e amigo solidário, leitor ardente, também bibliofilo, que a sua ampla estante, com suas prateleiras arrumadas, não representa na sua residência um mero ornamento, um ornato, como sóe a acontecer em tantos e tantos domicílios de “eruditos de fachada”, burgueses cultuadores de aparências, que entretanto levam em consideração o que sentenciou alguém ao afirmar que “Uma casa sem livros é como um corpo sem alma” e, a propósito, nunca li “Casa com Escritos”, de Charles Dickens. E Antonio Francisco de Jesus, escritor nato, mas nada prolixo nem rebuscador, piegas, ou prenhe de influencias, não só sabe ler (muitos não sabem, outros tanto não o fazem, embora não sendo semi-alfabetizados ou sofrendo de preguiça mental), dôa dezenas de obras já lidas, incentivando o hábito da leitura, não porque não disponha de espaço vital para os “mestres mudos”, nem por considerar, como a maioria dos apedeutas, os livros acumulados como ”entulho de papel impresso”.
E ao perguntar-lhe o que é mais gostoso: escrever um livro ou vê-lo publicado ele responde que é sem dúvida, escrevê-lo. E, “de quebra”, revela que vai ao encontro do seu texto com o encanto dos enamorados.
E talvez ele não saiba, quando na companhia dos meninos que não queriam ser padres, na convivência disciplinada de um Seminário, na sua alma já acenava a promessa do tempo de fazer dele um escritor. E entre a promessa e a sua realização passaram-se os anos de latência, ocupados com outras atividades, mas no seu subconsciente palpitava o afã do exercício do escrever e na teimosia do escrever vive hoje, desde que despertara da juventude vivida no saudoso jornal”A Cruzada” para os passos dados no Jornalismo.
“Saracura”, o bípede, invadido pelo animismo, o irracional e a percepção da curiosa ave palmípede, de grande porte, e pelos sentimentos que bem cultivou como sitiante, na sua querida Itabaiana mergulhado de cabeça no bucolismo dos ecossistemas do agreste, busca no prazer de escrever o prazer de ler do leitor revelando um arguto senso de humor as grandezas e miudezas particulares da vida, esse caleidoscópio em que não cabem os conceitos estreitos do preto no branco, mas as cores múltiplas que se reservam e nos embaralham a vista e o senso.
E confesso, “Saracura” amigo (a) que o mais que me fascina na literatura é a engenharia do texto, e depois a de narrativa, a história. Ai incluída a pesquisa de campo, como nas aventuras e saga narrada em “Os Tabaréus do Sítio Saracura”, e agora, em “Os Meninos que não Queriam ser Padres, sentimos que no autor pulsa a alma do romancista, mas é outro pano-de-fundo, a trama tem urdidura vária, mas deve ser abocanhado com voracidade pelos que não precisam ter “olho de linse” para perceber o texto psicológico, subjetivo, a vivência, e até alguns pontos bizarros de uma trilha confreira a matutar na rejeição oblíqua, no viés comportamental anti-escolapsco, de não esposar o sonho da batina.
Fala-me “Saracura”, confidente e amigo solidário, leitor ardente, também bibliofilo, que a sua ampla estante, com suas prateleiras arrumadas, não representa na sua residência um mero ornamento, um ornato, como sóe a acontecer em tantos e tantos domicílios de “eruditos de fachada”, burgueses cultuadores de aparências, que entretanto levam em consideração o que sentenciou alguém ao afirmar que “Uma casa sem livros é como um corpo sem alma” e, a propósito, nunca li “Casa com Escritos”, de Charles Dickens. E Antonio Francisco de Jesus, escritor nato, mas nada prolixo nem rebuscador, piegas, ou prenhe de influencias, não só sabe ler (muitos não sabem, outros tanto não o fazem, embora não sendo semi-alfabetizados ou sofrendo de preguiça mental), dôa dezenas de obras já lidas, incentivando o hábito da leitura, não porque não disponha de espaço vital para os “mestres mudos”, nem por considerar, como a maioria dos apedeutas, os livros acumulados como ”entulho de papel impresso”.
E ao perguntar-lhe o que é mais gostoso: escrever um livro ou vê-lo publicado ele responde que é sem dúvida, escrevê-lo. E, “de quebra”, revela que vai ao encontro do seu texto com o encanto dos enamorados.
E talvez ele não saiba, quando na companhia dos meninos que não queriam ser padres, na convivência disciplinada de um Seminário, na sua alma já acenava a promessa do tempo de fazer dele um escritor. E entre a promessa e a sua realização passaram-se os anos de latência, ocupados com outras atividades, mas no seu subconsciente palpitava o afã do exercício do escrever e na teimosia do escrever vive hoje, desde que despertara da juventude vivida no saudoso jornal”A Cruzada” para os passos dados no Jornalismo.
“Saracura”, o bípede, invadido pelo animismo, o irracional e a percepção da curiosa ave palmípede, de grande porte, e pelos sentimentos que bem cultivou como sitiante, na sua querida Itabaiana mergulhado de cabeça no bucolismo dos ecossistemas do agreste, busca no prazer de escrever o prazer de ler do leitor revelando um arguto senso de humor as grandezas e miudezas particulares da vida, esse caleidoscópio em que não cabem os conceitos estreitos do preto no branco, mas as cores múltiplas que se reservam e nos embaralham a vista e o senso.
E confesso, “Saracura” amigo (a) que o mais que me fascina na literatura é a engenharia do texto, e depois a de narrativa, a história. Ai incluída a pesquisa de campo, como nas aventuras e saga narrada em “Os Tabaréus do Sítio Saracura”, e agora, em “Os Meninos que não Queriam ser Padres, sentimos que no autor pulsa a alma do romancista, mas é outro pano-de-fundo, a trama tem urdidura vária, mas deve ser abocanhado com voracidade pelos que não precisam ter “olho de linse” para perceber o texto psicológico, subjetivo, a vivência, e até alguns pontos bizarros de uma trilha confreira a matutar na rejeição oblíqua, no viés comportamental anti-escolapsco, de não esposar o sonho da batina.
Sobre o primeiro livro de “Sara Cura”, eu não saberia dizer se a temática envolvente da sua história romanceada é o amor à ecologia e a determinação espiritual de, num recanto esquecido do Brasil, trabalhar por um mundo mais justo que respeite homens, mulheres, donos de patrimônios, servos da gleba, empregadores, e a natureza em sua exuberante diversidade ou, agora, com a memória desses meninos que não queriam ser padres, o autor faz um brado sobre uma verdade oculta, e com a singeleza de uma linguagem literária, nos dá o que pensar, até dialeticamente, sobre algumas vertentes que ontem, como hoje, balançam estruturas teológicas de dogmas, liturgia, ritos e discursos religiosos, com isso parodiando Saracura, de que no mundo do século XXI, expressivamente tecnológico e científico, mecanicista e fugaz, pragmático mas nem sempre racionalista, no sentido estrito e filosófico, legiões de meninos, hordas de estudantes, milhões de crianças, quer no Ocidente, quer no Oriente, estão desestimuladas a seguirem o sacerdócio, a vida eclesial, a aventura missionária, o Pastoreio de almas, o Rabinato, a vida monástica, quer católica quer budista, enquanto até o Islamismo se vê envolto por correntes belicistas e fanatizadas, pugnando por princípios teocráticos...
“Os Meninos que não Queriam ser Padres” tem suas mensagens subliminares, talvez, mas está intrinsecamente ligado à experiência da religiosidade sergipana, e à sua alma votiva e rebelde... E o autor, nos parece, produziu uma obra quase autobiográfica.
“Os Meninos que não Queriam ser Padres” tem suas mensagens subliminares, talvez, mas está intrinsecamente ligado à experiência da religiosidade sergipana, e à sua alma votiva e rebelde... E o autor, nos parece, produziu uma obra quase autobiográfica.
terça-feira, 12 de abril de 2011
Primeiro pré-lançamento de MENINOS que não queriam ser PADRES e outras informações
Vai ser no dia 14/04/2011, às 16:00 horas, na RUA DO TURISTA no centro da Cidade. Inicialmente estava prevista um lançamento de OS TABARÉUS DO SÍTIO SARACURA, que também vai acontecer, junto.
Relação do que ocorreu de divulgação para MENINOS que não queriam ser PADRES.
1) Em Itabaiana, rádio Itabaiana FM - dia 05/04/2011 -entrevista com o radialista Roosevelt...]
2) Em Itabaiana, rádio Capital do Agreste, dia 08/04/2011 - Entrevista com Eduardo Abril - na oportunidade autografei os dois livros para Maria Mendonça, que esgtave lá: Os Tabaréus do Sítio Saracura e Meninos que não queriam ser padres.
3) Em Itabaiana, Rádio Princesa da Serra, dia 08/04/2011 - entrevista com Mário Filho.
4) TV Aperipê - entrevista com Pascoal Maynard, que foi passada nos dias 08/-4 e 09/04 às 19/3:30 horas.
Locais onde há o livro Meninos... à venda:
1) Supermercado Nunes Peixoto em Itabaiana (20 livros);]
3) Banca de Gilson (apenas um livro de mostruário);
4) Josué da deo Laser em Itabaiana (apenas dois livros de mostruário);
5) Escariz (com promessa de ficar na vitrine principal) 50 livros.
Relação do que ocorreu de divulgação para MENINOS que não queriam ser PADRES.
1) Em Itabaiana, rádio Itabaiana FM - dia 05/04/2011 -entrevista com o radialista Roosevelt...]
2) Em Itabaiana, rádio Capital do Agreste, dia 08/04/2011 - Entrevista com Eduardo Abril - na oportunidade autografei os dois livros para Maria Mendonça, que esgtave lá: Os Tabaréus do Sítio Saracura e Meninos que não queriam ser padres.
3) Em Itabaiana, Rádio Princesa da Serra, dia 08/04/2011 - entrevista com Mário Filho.
4) TV Aperipê - entrevista com Pascoal Maynard, que foi passada nos dias 08/-4 e 09/04 às 19/3:30 horas.
Locais onde há o livro Meninos... à venda:
1) Supermercado Nunes Peixoto em Itabaiana (20 livros);]
3) Banca de Gilson (apenas um livro de mostruário);
4) Josué da deo Laser em Itabaiana (apenas dois livros de mostruário);
5) Escariz (com promessa de ficar na vitrine principal) 50 livros.
sábado, 5 de março de 2011
Andamento da edição do livro
Ontem 'aprovei' o texto final do livro, na gráfica Infographis. Quanto à capa, ainda ficou um pequeno detalhe que só poderei ver na quinta-feira, quando os funcionários retornarem do longo carnaval. A capa está um pouco ousada, vez que mostra uma foto real de meus colegas de seminário lá nos idos de 1963. Acredito que não melindrarei nenhum, pois não os identifico pelos nomes. Na verdade, a foto aparece ao fundo, com retículas, isto é, nublada. Eu o fiz muito como uma homenagem, pois, poderia colocar uma foto qualquer no lugar.
Finalmente, cheguei a um título instigante, acho! Se um bom título ajuda a vender um livro, talvez o meu o faça. É a minha impressão, que poderá se demonstrar furada.
Mas que o título tem a ver com a história contada, tem. Alguns (Arnaldo já até falou) que "queria ser padre, no começo". Mas muitos outros nunca pensaram nisso, apenas temeram ser, levados pelo dia-a-dia santificante de lá. Até Antônio Saracura, em certo ponto da história, já se sente quase santo. É mole? Mas o próprio Arnaldo, talvez não se comportasse como um piedoso seminarista. Senão, não seria expulso.
Mas voltando ao trabalho de impressão do livro e outras coisas correlatas.
Deve ficar pronto, lá no final do mês de março.
Estou pensando nas seguintes estratégias de divulgação.
Inicialmente, antes de qualquer entrevista, levarei pessoalmente o livro para todas as pessoas que escreveram ou falaram sobre o livro anterior, "Os Tabaréus do Sítio Saracura". Assim, os previlegio, demonstro gratidão, pois acreditaram num livro de um autor desconhecido.
Depois, é que vou cuidar dos lançamentos.
Tenho marcado um evento na rua do Turista, no começo de abril. Acho que levarei o livro para lá. Antes, no dia anterior, tentarei conseguir uma entrevista na rádio do Comércio, quando anunciarei o evento.
Estou pensando em divulgar o meu livro a alguns restaurantes da cidade, como:
São Miguel, do Calumbi em Socorro;
Mãe Gorda;
Casa da Pizza da Luzia;
Mineirão do Camilo.
Espinheiro, de Itabaiana,
(depois vejo outros)
Cada uma dessas divulgações, serão precedidas de divulgação na imprensa e, óbvio, negociação com os respectivos proprietários, tentando aprovação.
Sôbre o lançamento, ainda tenho que pensar um pouco.
Gostaria de fazê-lo no seminário, mas apenas em novembro é que terá a festa dos alunos. De qualquer jeito, devo levar meu livro para este acontecimento, se o reitor aprovar.
Depois escrevo mais...
Aracaju, 05/03/2011 às 09:52
Finalmente, cheguei a um título instigante, acho! Se um bom título ajuda a vender um livro, talvez o meu o faça. É a minha impressão, que poderá se demonstrar furada.
Mas que o título tem a ver com a história contada, tem. Alguns (Arnaldo já até falou) que "queria ser padre, no começo". Mas muitos outros nunca pensaram nisso, apenas temeram ser, levados pelo dia-a-dia santificante de lá. Até Antônio Saracura, em certo ponto da história, já se sente quase santo. É mole? Mas o próprio Arnaldo, talvez não se comportasse como um piedoso seminarista. Senão, não seria expulso.
Mas voltando ao trabalho de impressão do livro e outras coisas correlatas.
Deve ficar pronto, lá no final do mês de março.
Estou pensando nas seguintes estratégias de divulgação.
Inicialmente, antes de qualquer entrevista, levarei pessoalmente o livro para todas as pessoas que escreveram ou falaram sobre o livro anterior, "Os Tabaréus do Sítio Saracura". Assim, os previlegio, demonstro gratidão, pois acreditaram num livro de um autor desconhecido.
Depois, é que vou cuidar dos lançamentos.
Tenho marcado um evento na rua do Turista, no começo de abril. Acho que levarei o livro para lá. Antes, no dia anterior, tentarei conseguir uma entrevista na rádio do Comércio, quando anunciarei o evento.
Estou pensando em divulgar o meu livro a alguns restaurantes da cidade, como:
São Miguel, do Calumbi em Socorro;
Mãe Gorda;
Casa da Pizza da Luzia;
Mineirão do Camilo.
Espinheiro, de Itabaiana,
(depois vejo outros)
Cada uma dessas divulgações, serão precedidas de divulgação na imprensa e, óbvio, negociação com os respectivos proprietários, tentando aprovação.
Sôbre o lançamento, ainda tenho que pensar um pouco.
Gostaria de fazê-lo no seminário, mas apenas em novembro é que terá a festa dos alunos. De qualquer jeito, devo levar meu livro para este acontecimento, se o reitor aprovar.
Depois escrevo mais...
Aracaju, 05/03/2011 às 09:52
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